terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Recordar é Viver - Alan Parsons Project

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Agora é que eu vou começar a ver o "Ídolos"

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Nereida Gallardo na Playboy de Fevereiro de 2010

Tinha que ser! Enquanto o peixe render há que aproveitar! Nunca umas quecas deram tanto dinheiro! "Se a ti te gusta, a mi me encanta". É assim que Nereida Gallardo se refere ao dinheiro.
Se o actual namorado da Nereida Gallardo tinha duvidas se devia avançar para o casamento - que a Maiorquina tanto quer concretizar - depois de ver a edição de Fevereiro da Playboy vai ter a certeza que esta é a mulher indicada para levar ao altar e provocar uma erecção ao padre.
Outra vantagem de ter Nereida Gallardo como esposa, é poder deixar os amigos satisfeitos e saciados (literalmente), e poder desparasitar os cães de grande porte com as pipetas que a ex de Cristiano Ronaldo transporta ao peito.

Nereida Gallardo é capa da Playboy de Fevereiro

Nereida Gallardo na Playboy

Não têm saudades de ser amamentados?

Uma rosa e dois belos e espetados espinhos.

Quem anda à chuva molha-se!

As bolas saltam logo à vista.
Que bonitas que são as pérolas de Nereida Gallardo!

Nereida Gallardo faz bem em usar luvas e meias para proteger do frio

Dizem as más línguas que Nereida Gallardo tem sempre a Xareca a ferver

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Sporting - Não era preciso tanto!

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Mariline na FHM de Fevereiro de 2010

Pois é, pois é! Parece que a reutilização está mesmo na moda e Portugal é um dos pioneiros nesta prática. Quem é que não comeu tremoços em pratos para vasos de flores? Ou viu vidrões velhos utilizados como canil, frascos da Pensal com compotas, outdoors com publicidade para fazer de parede, , etc, etc...exemplos não faltam! Mas nunca pensei que esta prática também se aplicasse nas artes, aliás, naquilo a que as televisões apelidam de arte, porque o nome próprio não é mais que merda. A vantagem é poder ser usado para fazer biogás.
Bem...já estou a divagar! Dizia eu, que a reutilização está na moda até nos meios de comunicação social deste Portugal chupadinho de substância em que até o tutano é oco.
Ora bem,... serve isto tudo para dizer que se uma boca não tem qualidade para fazer som audível, pode perfeitamente ser reutilizada.
Como a boca da Mariline não teve grande impacto nos Ídolos, a FHM resolveu dar uma oportunidade de a fazer brilhar com uns retoques de Photoshop e alguma vaselina ou lubrificante à base de água.
O que interessa neste momento às revistas da especialidade não é mostrar aos rapazões as gajas boas do país, mas apenas as gajas com algum protagonismo-que-estão-dispostas-a-por-a-boca-no-trombone- na-trompete-na-tuba-no-pífaro-ou-noutro-qualquer-instrumento-de-sopro-para conseguirem-manter-se-à-tona-da-água que está putrefacta.

Mariline na capa da FHM

Mariline "encalorada" nos castings...passou à oral

Mariline mostra como consegue segurar o cabelo em posições sugestivas

Mariline à vontade com e sem microfone

Dizem as más-línguas que Mariline não faz só ruído a cantar

Uma carreira pela frente e outras por trás

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Olhar para o paraíso

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Cultura não-política ou política da não-cultura?

Quantos serão os estrangeiros que sabem quem é José Luís Peixoto, mas não fazem a mínima ideia sobre se o Primeiro-Ministro de Portugal se chama Jorge ou José?

Fazer ouvidos moucos

Os meus putos, por terem acompanhado a discussão do orçamento de estado, ficaram carregadinhos de otites.

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

O país está na merda? Não te preocupes com isso pá! O problema são os jornalistas!

Mais “um problema que tem de ser solucionado”. Eu. Que perigosa palhaçada.

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O primeiro-ministro, José Sócrates, o ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil ("um louco") a necessitar de ("ir para o manicómio").

Fui descrito como "um profissional impreparado". Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como "um problema" que teria de ter "solução". Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): "(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)". É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência.

Os críticos passam a ser "um problema" que exige "solução". Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o primeiro-ministro já não tem tantos "problemas" nos media como tinha em 2009. O "problema" Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi "solucionado". O ‘Jornal de Sexta’ da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser "um problema". Foi-se o "problema" que era o Director do ‘Público’. Agora, que o "problema" Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o primeiro-ministro de Portugal, o ministro de Estado e o ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais "um problema que tem de ser solucionado". Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Esta é a crónica que Mário Crespo escreveu para o jornal onde colaborava, e que não foi publicada.

Recordar é Viver - Religião