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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Nome para uma hipotética fase final com dez filmes a concurso no festival de cinema pornográfico de Cannes

Ginocannesten

terça-feira, 24 de agosto de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

As candidatas de Berlusconi

Pelas mãos de Silvio Berlusconi a Itália vai-se transformar num grande bar de alterne político. Quando tomei conhecimento da "tipologia" de algumas candidatas, escolhidas pelo Primeiro-Ministro italiano, às eleições regionais, coloquei imediatamente de lado as "cusquices" politicas que sugeriam que Sócrates é o Berlusconi português. Quem lançou esta teoria devia ser enrabado por um poste da Portugal Telecom, ainda com as estruturas metálicas atarraxadas e com ligação a energia eléctrica de muito-alta tensão. Como é que é possível comparar os candidatos autárquicos do PS com as senhoras que apresento abaixo? Não é que os autarcas socialistas não sejam sensuais, mas pelas mãos (literalmente) destas três cortesãs do regime já passaram mais "calhamaços" (dossiers, se preferirem) políticos que pichotas pelas ventas do Ricky Martin. Bem haja senhor Berlusconi.

PS: Tenho ideia que se o Pinto da Costa continuar neste estilo "berlus-conista" ainda vamos ver brasileiras curvilíneas nas direcção das principais casas do Dragão.

Nicole Minetti
(O apelido e o passado de striper dizem tudo)

Italia Caruso
(Nome patriótico e ter sido candidata a Miss Itália fazem dela uma candidata modelo)

Giovanna Del Giudice
(Conhecer Il Cavaliere no bar onde trabalhava fez dela "menina da meteorologia" na estação de Berlusconi, e as suas "altas pressões" transformaram-na em candidata às regionais)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Pergunta ao Governo

Se barrarmos o país com Baba de Caracol a crise desaparece?

terça-feira, 16 de março de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Diz-me onde moras... (por Miguel Esteves Cardoso)

"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide. Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.
Nunca mais ninguém o viu. Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia! Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.

Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola. Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na Europa.

De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar? Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar. Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata"(Espinho). E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).

É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda. Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso ?
Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?

É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir. Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido.

(...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).

(Miguel Esteves Cardoso)

Ilustração roubada aqui

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Nem mais!

CASAMENTO

Bernardo amava Bernarda. Pediu-a em casamento. Ela, decepcionada, respondeu-lhe asperamente:

- O casamento é para maricas.

Gamado em Antologia do Esquecimento

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Preito à sensibilidade e frontalidade de um e à criatividade de outros



«quem diria ao vermos estas imagens recolhidas no passado dia 23 que estavamos no aeroporto de lisboa?
tradicionalmente cinzentos os portugueses conseguem por vezes surpreender-me, só que comecei a pensar como terá sido possível um povo que teima em idolatrar políticos corruptos e presidentes de clubes que deviam estar a apodrecer na prisão, um povo que nada faz por mudar um sistema judicial que apenas protege quem tem dinheiro, que teima em manter-se com brandos costumes enquanto somos roubados a torto e a direito, como será possível que ainda consiga exaltar-se e proporcionar-nos momentos destes?
a resposta surgiu célere... a empresa que promoveu esta iniciativa não é gerida por um português...»

Via "café da esquina"

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Trocadilhos de merda

Que nome se dá ao momento em que se dão metralhadoras e granadas a um grupo de porcos?

Armando Vara

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

AHC volta a atacar


O Kamasutra é um manual de bons costumes.


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Não há volta a dar à minha perversidade

Ontem, enquanto fazia exercício físico deitado no sofá a escrever umas coisitas, e porque tinha a televisão ligada na RTP1, que emitia o programa "Há volta" - que acompanhou o último dia da volta a Portugal - ouvi um diálogo entra a apresentadora Diamantina e a cantora Micaela, que me despertou a atenção e durante alguns segundos me transportou para um contexto completamente diferente.
Vou reproduzir aqui o diálogo na íntegra e de seguida postar aquilo que, instintivamente, o meu cerebro produziu.

Este foi o diálogo que tiveram:

Diamantina: Connosco temos Micaela, que está com um novo trabalho. Olá Micaela. Bem-vinda.
Micaela: Olá, boa tarde a todos.
Diamantina: Andas a atacar a rua este Verão?
Micaela: Sim, tenho andado na estrada.
Diamantina: E tem sido positivo?
Micaela: Tem sido muito bom! Muito agradável!
Diamantina: E qual tem sido o feedback?
Micaela: Muito positivo. Cada vez aparece mais gente. Desde já aproveito para agradecer o carinho que me têm dado e para mandar um beijinho a todos.


Este foi o diálogo que a minha mente perversa criou, mas que fala apenas, e só, da carreira da Micaela (só acrescentei umas coisitas de nada!).

Diamantina: Connosco temos Micaela, que está com um novo trabalho. Olá Micaela. Bem-vinda.
Micaela: Olá, boa tarde a todos.
Diamantina: Andas a atacar na rua este Verão?
Micaela: Sim, tenho andado na estrada.
Diamantina: E tem sido positivo?
Micaela: Tem sido muito bom! Muito agradável!
Diamantina: E qual tem sido o feedback?
Micaela: Muito positivo. Cada vez aparece mais gente. Desde já aproveito para agradecer o carinho que me têm dado e para mandar um beijinho a todos.
Diamantina: Tens tido muito trabalho.
Micaela: Felizmente!
Diamantina: Que tipo de clientes?
Micaela: Há de tudo! Malta nova em associações, em teatros, ao ar-livre, em lares de idosos. E até no estrangeiro! Os imigrantes gostam muito de matar saudades.
Diamantina: Como lidas com a abordagem das pessoas que afectuosamente querem um pedaço de ti?

Micaela: É maravilhoso! É sempre bom dar-nos aos outros. Tem sido um prazer imenso. Inexplicável!
Diamantina: E que tipo de pessoas te aborda?
Micaela: Homens, mulheres, crianças e...isto é engraçado, porque já houve até quem trouxesse ou animais.
Diamantina: Mas já tiveste situações desagradáveis?
Micaela: Há sempre situações menos agradáveis que nos deixam numa posição desconfortável, mas a maioria é afectuosa e carinhosa.
Diamantina: Alguma que recordes por ser marcante negativamente?
Micaela: Houve apenas uma situação com um grupo enorme de rapazes. Eles eram muito carinhosos, mas insistiram em filmar e tirar fotografias para colocar na internet.
Diamantina: A generalidade das pessoas acha que nesta vida é tudo bom, mas nem sempre é assim. É muito desgastante?
Micaela: Quando se faz aquilo que se gosta é sempre muito bom!
Diamantina: Em algumas palavras, como resumes estes meses na estrada?
Micaela: Profundos e intensos!
Diamantina: Tens razões para estar confiante com o futuro?
Micaela: Sempre se disse que "por trás de uma mulher está sempre um grande homem", e enquanto isso acontecer não tenho razões para negativismos.
Diamantina: Obrigado Micaela! Senhores espectadores connosco esteve uma artista que tem um grande futuro pela frente e também por trás.
Micaela: Beijnhos para todos.


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Inatodidacta

Esta coisa de ter amigos a sério, que ainda por cima tudo o que fazem é bem feito, mesmo que nunca tenham executado qualquer trabalho nessa área, é motivo de orgulho para quem tem o privilégio de privar com pessoas com estas características.
Este amigo a que me refiro tem o dom de conseguir concretizar tudo aquilo "que mete na cabeça" e com uma dedicação e perfeccionismo que impressiona. Os indivíduos com este tipo de perfil são habitualmente denominados autodidactas, mas no caso do meu amigo eu prefiro chamar-lhe Inatodidacta.
O vídeo que se segue é o resultado da sua mais recente obra.



PS: Os números da caixa de velocidades foram pintados por mim, e, sem os dois minutos que dediquei a borrar a alavanca de mudanças a obra não seria a mesma.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Tributo à criatividade

Vale a pena passar por aqui nem que seja para perceber que muitas vezes são as ideias simples aquelas que nos surpreendem.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Acompanhamento ao freguês

Não tenho por hábito responder aos comentários dos leitores no Analfabeto Honoris Causa (AHC). Normalmente, faço-o por e-email quando o solicitam, quer na caixa de comentários, quer por email, mas neste caso, e como estou a desfrutar deste fenómeno inesperado - despoletado sabe-se lá porquê - vou tentar abranger todos aqueles que até ao momento comentaram os posts associados à Raquel Strada, nesta minha singela homenagem em formato de texto.
Antes de mais, e caso a Raquel Strada passe por este estaminé, quero esclarecer que nada me move contra ela. O post onde publiquei a foto, já tantas vezes referida, não foi mais do que um pretexto para abordar um tema que é do conhecimento público e muitas vezes discutido nos "corredores" do meio televisivo. Este tema poderia ser mais abrangente, visto que nos dias que correm é transversal a todas as actividades, sectores e áreas profissionais do nosso Portugal, salvo raras excepções.
Mas vamos aos comentadores...

A Madalena é um bom exemplo da expressão popular "quem não se sente não é filho de boa gente", e perante esta atitude apenas tenho a lamentar não haver mais gente disposta a defender e reconhecer aqueles que desempenham as suas funções com competência.

O anónimo 1, que suponho ser uma anónima, consegue em poucos caracteres sintetizar o objectivo do post. A foto da Raquel Strada não foi uma escolha pessoal, foi apenas um dos resultados de pesquisa que efectuei para poder ilustrar a ideia inicial do post. A adaptação à Raquel Strada foi feita posteriormente. Optei pela Raquel por, tal como referiu a Madalena, nunca ter posado para revistas masculinas. Confesso que não sabia se a razão para que uma mulher bonita como a Raquel Strada ainda não tivesse sido capa de uma das revistas do género, estava relacionada com a recusa aos convites, à inexistência de convites ou a imposições patronais (quem trabalha no meio sabe do que estou a falar).

O Alberto, apoiado na afirmação da Madalena, resume a questão ao facto da generalidade das pessoas saberem que "glúteos e seios" são dos atributos mais importantes no processo de selecção.

O anónimo 2 lança o repto para que se discuta "O que acham dos profissionais da tv portuguesa, da sua competência, dos processos de selecção e evolução profissional", mas apesar de em determinadas alturas parecer que o estou a fazer, a minha intenção é apenas tentar fazer humor ao mesmo tempo que ponho as pessoas a pensar. As discussões que possam surgir dos posts, guardo-as para os leitores que podem utilizar a caixa de comentários para esse efeito.

O IP, porque me conhece pessoalmente, optou por fazer uma private joke. Acrescento apenas que temos que ter cuidado onde enfiamos a nossas penes e não nos podemos esquecer das tirar na altura certa, não vá esse pequeno esquecimento trazer dissabores ou abortar... projectos de futuro.

O Rafa faz uma análise da performance mímica, da técnica de eliminação de indumentária e da motivação da artista. Por lapso não referiu a ausência de soutien.

O Click Toris, pela forma como levantou uma questão pertinente, demonstra ser bastante sensível.

O anónimo 3 aproveitou para fazer um trocadilho que associa o slogan de uma marca de massas à qualidade dos seios sem intervenções cirúrgicas.

O José Mendes Amaral, para além de reforçar a ideia já dissecada, alerta para um problema, do blog (que a minha ignorância não consegue resolver), e, de forma muito subtil, para o percurso profissional da filha de Luis Andrade. Parece-me um conhecedor dos meandros da televisão portuguesa.

O Gonçalo Matos é um amor de rapa...ser humano! A forma carinhosa e delicada como me desanca é digna de referencia. Os meus parabéns pela competência nessa nobre arte de produzir atoardas! Ao contrário do que o Gonçalo diz, tenho muitas razões para me rir, e a maioria delas tem origem nas baboseiras e mulheres despidas. Digam-me lá se a Ana Malhoa nua não dá vontade de rir, ou se os seios da Soraia Chaves não tem a sua piada!
De resto, os elogios que o Gonçalo me dirigiu são bem recebidos. Sou ignorante, analfabeto e não percebo nada do blogger. Aí estamos de acordo. E também estamos de acordo em relação à minha disponibilidade para te mostrar que não me escondo atrás do blog e que tenho tomates.
Relativamente a brincar com a pilinha, apesar de me ter sido receitado por questões de saúde que o faça todos os dias antes das refeições - sendo que devemos fazer seis refeições por dia - eu continuo a preferir brincar aos Pais e às Mães. E é importante esclarecer que quando brinco com a pilinha, faço-o apenas com a minha. Mas da tua vida quem sabe és tu! Espero que a tua questão sobre se eu tenho tomates não esteja relacionada com isso.

A Travessa parece fazer o papel de minha advogada, mas tenho que discordar em dois pontos.
Em primeiro lugar, duvido que a Raquel Strada se desse ao trabalho de alimentar algo que não justifica despender tanta letra, e muito menos recorrer ao vocabulário do Gonçalo. Bem...pensando melhor, acho que só discordo neste ponto, porque em relação à Raquel estar em excelente forma, estou completamente de acordo.

sábado, 29 de novembro de 2008

Quarteto a solo